quinta-feira, 15 de setembro de 2011




"...Enquanto eu viver não descansaras em paz! Disseste que te matei. Pois então assombra-me a existência! Os assassinados costumam assombrar a vida dos assassinos, e eu tenho certeza de que os espíritos andam pela terra. Toma a forma que quiseres, mas vem para junto de mim e me enlouquece! Não me deixes só nesse abismo onde não te encontro! Oh! Meu Deus! É indescritível a dor que sinto! Como posso eu viver sem a minha vida?! Como posso eu viver sem a minha alma?!"
                             (Morro dos Ventos Uivantes, pág. 146)

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